| Na Ambev, 99% do lixo são reaproveitados |
| Por ter a preservação do meio ambiente como um de seus principais compromissos, a Ambev organiza e apoia ações voltadas para a reciclagem desde a sua criação. Graças ao Sistema de Gestão Ambiental (SGA), adotado há duas décadas em todas as unidades fabris da companhia, atualmente 99,05,% dos subprodutos gerados no processo de fabricação de bebidas da Ambev são reaproveitados. Ou seja, praticamente não existe "lixo" residual da operação das fábricas da empresa. Nos últimos dez anos, a companhia diminui em 81% a quantidade de resíduo gerado nas unidades fabris, reduzindo assim a utilização de aterros e agregando valor aos subprodutos gerados. |
Monday, May 20, 2013
Na Ambev, 99% do lixo são reaproveitados
Landfill sites find reuse as locations for solar electricity plants
Many states and cities have long been turning trash into treasure by burning garbage to create heat and electricity, or by harvesting the methane gas that is released as junk decomposes. But in a new twist on this theme, several cities and municipalities are transforming capped landfills – the ultimate waste of space – into solar power plants.
A solar technician working on solar panels in a field, over a capped landfill in Greenfield, Massachusetts. (Jake Wyman/Corbis)
“When you get done with a landfill that property’s primary function can no longer be used anymore, it’s a great pyramid of waste,” said Mark Roberts, vice president of HDR, an engineering company that constructs solar voltaic landfills. “So the question is what do you do with these facilities when you’ve filled it up. What you can do is cap the landfill in such a way that it meets the EPA requirements but gives you an opportunity to still get benefits from its use.”
Those benefits come in the form of renewable electricity. Instead of letting landfills sit for years as the land settles and compacts, towns can place solar panels on the wide-open space and continue to make money from the energy collected. “In order to make old systems work properly you have to maintain the grass, fertilize and mow and maintain them for perpetuity, about 20 plus years,” said Roberts. “We do these exposed solar caps and the maintenance goes down significantly and there’s an economic incentive there.”
Hickory Ridge Landfill outside Atlanta, Ga. is the world’s largest solar cap. It produces 1 megawatt of electricity from its panels—enough to offset the total energy the landfill uses, or to power 225 homes. Over 7,000 photovoltaic panels dot 10 acres of the outside of the domed landfill’s membrane. Republic Services, one of the biggest waste management services in the U.S., owns and operates Hickory Ridge and sells the energy collected to Atlanta’s power company.
San Antonio, Texas, was the home of the first landfill in the country to be covered by solar panels. In 2008, HDR worked with Republic Services to develop the flexible solar technology needed to utilize the curve of the land to collect sun while being able to move as the land settled over the years.
“You can incorporate the slopes so they already provide you a good angle to the sun,” said Roberts. Also “because a landfill has slopes, when the rain hits it, it flows off. So it’s very similar to a roof.”
Generally, these properties cannot be developed for general commercial or residential purposes and may not provide adequate revenue to the towns and counties where they are situated,” said John Reinert, director of communications for the New Jersey Board of Public Utilities.
Massachusetts has also jumped on the solar bandwagon—in the last 2 years it has installed 39 solar panels on landfills; combined, they comprise about 78 megawatts of capacity. For example, an 11-acre landfill site in Easthampton, Massachusetts, now hosts a 9,620-panel, 2.2-Megawatt solar plant. More information on the state’s capped landfill facilities can be seen here. The state has a goal of placing 100 Megawatts of clean energy—a combination of solar and wind—on closed landfills by 2020. In addition to its 39 solar paneled landfills, two capped landfills in Massachusetts that are covered by wind turbines. New Jersey has seven solar voltaic landfills with a combined capacity of more than 17 megawatts.
“Generally, these properties cannot be developed for general commercial or residential purposes and may not provide adequate revenue to the towns and counties where they are situated,” said John Reinert, director of communications for the New Jersey Board of Public Utilities. “However, solar development can offset the costs to cap and or remediate these sites and should be encouraged where local government has determined it to be the best use of the property.”
Although there doesn’t seem to be any comprehensive national numbers on the amount of capped landfills producing solar energy, a 2013 report by the Environmental Protection Agency on landfill use for solar panels references15 landfills in areas from Sarasota, Florida, to Fort Collins, Colorado, that are adopting the technology. And more are popping up every day. Last week, Brookfield, Massachusetts, announced that Washington Gas Energy Systems will develop a solar plant on a capped landfill to supply the town’s power needs.
Thursday, May 16, 2013
II WORKING GROUP ON CARBON EMISSIONS POLICY AND REGULATION
Tuesday, May 14, 2013
Fórum de Discussões sobre Resíduos Sólidos
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A ABLP altera
programação e promove quinzenalmente o Fórum de Discussões sobre Resíduos
Sólidos, espaço para discussão e fomento de idéias entre os profissionais que
atuam na área de resíduos.
Nas terças-feiras nas respectivas datas, horário 19:30h às 21:30h, no auditório da ABLP será ministrada uma palestra por profissional de destaque com um tema relevante na gestão dos resíduos sólidos urbanos. PROGRAMAÇÃO GERAL DIA 14 DE MAIO - "Soluções para Triagem de resíduos sólidos, maximizando a eficiência de recuperação de recicláveis” - Carina Arita – Gerente Comercial – TITECH Brasil Soluções em Segregação Ltda. DIA 28 DE MAIO - Cobertura Flutuante para lagoas de Chorume - Descrição da Tecnologia, Aplicações,Patente, Exemplo de Projeto e Obras, Custos. Eng° Guilhermo Reichler – Geossintéticos Engenharia e Obras. Horário: 19:30h Local: Auditório da ABLP Endereço: Av. Paulista 807 – 19° andar – conj 1909 Inscrição Gratuita Confirmar por email: assistencia@ablp.org.br cópia secretaria@ablp.org.br ou telefone: (11) 3266-2484 ABLP. Inscrição no site www.ablp.org.br |
Tuesday, April 23, 2013
Solar fotovoltaico: crise ou evolução natural?
Por Clarice Ferraz*- A indústria solar fotovoltaica chinesa voltou a ganhar destaque nas últimas semanas. Entretanto, ao contrário das notícias de expansão e conquistas de mercados externos (com acusações de práticas de dumping relacionadas à falência de empresas alemãs e americanas) a que estávamos acostumados até 2011, dessa vez, é a falência da chinesa Suntech Power, líder mundial de fabricação de painéis fotovoltaicos, que está em foco. O fato chama atenção para toda a indústria que está passando por profunda crise.
Em realidade ela já dava sinais de que não estava indo muito bem. No ano passado, Siemens havia anunciado o adiamento de seus planos em investir em uma nova planta de produção de painéis de filmes finos e, esse ano, Bosch se retirou do mercado. Mais recentemente foi Meyer Burger, o fabricante suíço de máquinas de cortar silício (principal tecnologia empregada hoje para a fabricação dos painéis), que revelou grandes perdas (redução de 50% de suas vendas em 2012[1]).
O solar fotovoltaico era visto como uma das soluções para aumentar a oferta de eletricidade, respeitando as restrições de emissões poluentes e demais problemas associados à geração de eletricidade de origem fóssil. O forte declínio desses grandes atores levanta uma série de questionamentos sobre o futuro da indústria e até mesmo sobre a inserção da tecnologia nos setores elétricos.
Alguns especialistas acreditam que esse seja um movimento natural de consolidação da indústria, como veremos com mais detalhe a seguir, e outros, como o The Economist[2], são mais pessimistas e alegam que o problema é mais grave do que parece porque os debt-to-equity ratios das empresas da indústria solar fotovoltaica chinesa, líder mundial do setor, é de aproximadamente 80% contra a média de 50% encontrada a nível global. A revista britânica afirma ainda que a quase totalidade das empresas chinesas está tendo prejuízo.
No entanto, nos parece que o argumento escolhido, assim como as empresas que estão falindo, é obsoleto. Apesar do predomínio chinês, o mercado fotovoltaico é global. Se a indústria passa por forte crise, isso não significa necessariamente que a tecnologia tenha perdido relevância ou que não haja mercado para absorvê-la. Umas das próprias fontes citadas na matéria revela que umas das causas dos problemas financeiros dos grandes atores do setor se encontra no rápido avanço da tecnologia que faz com que as plantas se tornem obsoletas muito rapidamente.
O modelo de desenvolvimento que possibilitou o rápido crescimento do setor se baseou fortemente nas subvenções oferecidas por diversos países europeus. Porém, esse modelo se mostrou insustentável na ausência das subvenções estatais. Até 2008, os produtores apostaram que os governos continuariam subvencionando fortemente as atividades do setor e produziram além da demanda do mercado.
Em 2012, a capacidade mundial de produção de painéis solares atingiu 60 GW enquanto a demanda era estimada em 33 GW, de acordo com Matthias Fawer, analista em desenvolvimento sustentável no banco Sarasin. Essa situação forçou os produtores a venderem por preços inferiores aos seus custos de produção (Le Temps, 28 março de 2013). Assim, os baixos preços dos painéis não foram alcançados graças à adoção de uma dinâmica positiva de ganhos de eficiência. Eles foram, em grande parte, fruto de subvenções e práticas agressivas de dumping de empresas que esperavam ganhar mercados e criar grandes barreiras para os novos entrantes.
Todavia, como é sabido, o diagnóstico otimista dos produtores não se confirmou. A crise econômica mundial mudou drasticamente o cenário, como ilustra o caso espanhol que veremos a seguir. François Gabella, diretor de LEM[3], também afetada pelo problema ao ser questionado pelo periódico suíço Le Temps (3.04.2013)[4] apresentou esse mesmo diagnóstico. Ele considera que o mercado está agora altamente saturado e que se criou uma bolha industrial. Enquanto o nível da demanda não se recupera, para ele é normal que haja destruição de capacidade de produção. O saneamento do mercado ainda levará algum tempo, e provavelmente contará com o desaparecimento de alguns atores , mas é salutar e faz parte da consolidação da indústria. Apresenta portanto um diagnóstico otimista, contrário ao apresentado pelo The Economist.
Para ajudar nossa compreensão sobre o estágio em que se encontra a indústria fotovoltaica atualmente, nos apoiamos em uma reflexão apresentada por Eduardo Lorenzo Pigueiras, em seminário ministrado na Universidade de Genebra no dia 1° de novembro de 2012. Para o pesquisador do Instituto de Energia Solar da Universidade Politecnica de Madrid, a indústria fotovoltaica se encontra efetivamente em transição, mas essas podem assumir trajetórias distintas. Podem ser lentas ou rápidas. As primeiras evoluem em um contexto onde o feedback mantém o sistema sob controle, as projeções temporais conseguem enxergar para onde ela evolui e não há sobressaltos. Já no caso das transições rápidas, é basicamente o inverso que acontece, como ilustram seus gráficos que apresentamos a seguir.
Wednesday, February 27, 2013
Brasil tem potencial para produzir energia elétrica a partir do lixo
O tratamento do lixo no país inteiro tem potencial para a geração de energia suficiente para abastecer, por um ano, o estado de Rondônia.
O lixo pode ter um destino mais nobre do que poluir a paisagem e o meio ambiente. Para isso, ele precisa ser descartado de maneira adequada em aterros sanitários. É possível transformar os resíduos em eletricidade ou gás purificado.
O estudo da Abrelpe, a Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, destaca que o tratamento do lixo no país inteiro tem potencial para a geração de mais de 280 megawatts de energia, o suficiente para abastecer, por um ano, uma população de cerca de 1,5 milhão de pessoas, como a do estado de Rondônia.
“Se nós aplicarmos a Política Nacional de Resíduos Sólidos, realmente encaminharmos esses resíduos para aterros sanitários bem operados e aproveitarmos o biogás desses aterros sanitários, em 2039 teremos 500 megawatts de potência gerado a partir do biogás do lixo”, afirma Carlos Silva Filho, diretor-executivo da Abrelpe.
No Aterro Sanitário de Gramacho, no Rio de Janeiro, há um projeto para transformar em energia o gás metano produzido pelo lixo e que continua enterrado. O metano é um gás muito nocivo ao meio ambiente, que ajuda a piorar o efeito estufa, levando ao aquecimento global.
A empresa que administra o Aterro de Gramacho está instalando cerca de 300 poços que vão aspirar o gás metano, conduzí-lo por dutos até a usina do aterro, onde será purificado e transferido para a Reduc, uma refinaria da Petrobras. Nela, o novo gás vai ser usado como combustível ou para queimar caldeiras.
“Estamos aqui sobre 60 milhões de toneladas de lixo, produzido pelos habitantes da cidade do Rio de Janeiro desde 1978. Ele corresponde ao gás consumido por 300 mil residências ao longo de 15 anos”, ressalta José Henrique Penido, diretor industrial da Comlurb.
Estre Ambiental adquire o controle da Geo Vision
A Estre Ambiental, do empresário Wilson Quintella Filho, adquiriu o controle da empresa de saneamento Geo Vision. A companhia presta serviços de limpeza urbana, varrição, coleta e tratamento de resíduos domésticos, comerciais, hospitalares, industriais e da construção civil no Estado de São Paulo. A principal empresa da Geo Vision é a Leão Ambiental, que atua desde 1997 em Ribeirão Preto e na região.
Sem revelar o valor do negócio, anunciada na sexta-feira, o diretor de desenvolvimento da Estre, Alexandre Alvim, afirmou ao Valor que a empresa tem um porte semelhante ao da Viva Ambiental – adquirida pela Estre em abril de 2012 -, com faturamento em torno de R$ 200 milhões ao ano. A maior parte do montante da companhia recém-adquirida refere-se à Leão Ambiental.
“Nossa estratégia é de crescimento. Temos ambição de ser uma das cinco maiores companhias do mundo em soluções ambientais e, nesse contexto, temos aproveitado todas as oportunidades”, disse Alvim.
Apenas na parte de coleta e destinação de resíduos, a empresa familiar Geo Vision atende cerca de 30 cidades na região de Ribeirão Preto. A companhia opera quatro aterros sanitários, três plantas de tratamento de resíduos de serviços de saúde e é formada por três divisões.
A Geo Multiresíduos trabalha com a locação de contêineres e de caixas para coleta de resíduos em empresas e condomínios; o Núcleo de Gerenciamento Ambiental (NGA) faz gerenciamento de coleta, transporta e trata resíduos de saúde; e a Luma (Limpeza Urbana e Meio Ambiente), com foco no setor de limpeza urbana, coleta e tratamento de resíduos domiciliares.
A empresa possui cerca de 2 mil funcionários e uma frota de 165 caminhões. Com a aquisição, a Estre passa a operar com 20 mil funcionários, 23 aterros sanitários, a receber mais de 14,2 milhões de toneladas de lixo por ano e a gerenciar uma frota de 1,1 mil caminhões.
Com a conclusão da compra, o grupo Estre pretende ter um ano de consolidação pela frente. “Vamos continuar com um olho em oportunidades de aquisição, mas seletivamente. Não é algo que estará na agenda”, afirmou Alvim.
A última aquisição feita pelo grupo ocorreu em setembro, quando adquiriu 11% da companhia americana Star Atlantic Waste Holdings – que atua em gestão de resíduos sólidos nos Estados Unidos. Por essa participação, pagou a quantia aproximada de US$ 100 milhões.
Além da Geo Vision, o grupo Estre já comprou as empresas Resicontrol (que pertencia à Veolia), Cavo (do grupo Camargo Corrêa), Soma, Viva Ambiental e CGR Itaboraí, desde o início de suas operações. Em 2011, negociou uma fusão com a Haztec, do Rio, que não foi adiante.
A Estre, segundo informou seu diretor, fechou o ano passado com faturamento próximo a R$ 2 bilhões, em comparação ao total de R$ 1,2 bilhão de 2011, e pretende buscar um valor em torno de R$ 2,5 bilhões neste ano. O BTG Pactual detém 20,9% do grupo.
Com concorrentes do porte dos grupos Marquise, Solví e Queiroz Galvão, Quintella já revelou a intenção de que seu grupo seja um dos cinco maiores do mundo no segmento de resíduos sólidos, com um faturamento em torno de R$ 5 bilhões até 2016.
Fonte: Valor Econômico
Wednesday, February 13, 2013
Fusões Foxx e Haztec fecham fusão
fev
Foxx e Haztec fecham fusão
A Foxx terá o controle da nova empresa, com participação de 55%, enquanto a Haztec terá os demais 45%, conforme apurou o Valor. As negociações entre as empresas acontecem desde meados de 2012, quando a Foxx planejava adquirir a Haztec ao lado do investidor George Soros, que acabou desistindo.
As conversas caminharam, então, para a fusão. Segundo uma fonte, o empresário Milton Pilão Júnior, sócio da Foxx ao lado de Ismar Machado Assaly, já está trabalhando no Rio, na sede da Haztec.
Entre os planos do grupo, está o investimento em geração de energia via tratamento térmico de resíduos. Procurada, a Foxx disse que os trâmites legais do processo não foram concluídos. Valor Econômico
Fonte: cvmclipping 13/02/2013
Thursday, February 7, 2013
Prefeito ACM Neto ordenou a suspensão do pagamento da empresa Revita Ambiental
Monday, February 4, 2013
Aneel registra pedido de outorga de usinas solares fotovoltaicas
Aneel registra pedido de outorga de usinas solares fotovoltaicas
Publicado em 28 de janeiro de 2013
A Agência Nacional de Energia Elétrica registrou o recebimento do requerimento de outorga da UFV Luis Eduardo Magalhães e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com a finalidade de produção independente de energia elétrica. Localizada no município de Luis Eduardo Magalhães, na Bahia, a usina opera com 30 MW de capacidade instalada. A agência registrou ainda o requerimento de outorga da UFV Mombaça, de 30 MW de potência instalada, localizada no município de Mombaça, estado do Ceará.

