Tuesday, June 26, 2012
Aterro inativo em Ribeirão vai liberar metano até 2019, diz especialista
liberar metano até 2019. (Foto: Reprodução EPTV)
Sunday, June 24, 2012
Indústria faz mistério, mas diz que energia solar já tem preço surpreendentemente baixo
Leônidas Andrade diz que um dos pontos que estão no centro do debate é como criar uma indústria solar no Brasil e lembra que o Grupo Setorial da Abinee conta com cerca de 140 empresas interessadas no desenvolvimento do setor. Uma preocupação, porém, é com a hipótese de possíveis usinas viabilizadas em um leilão comprem apenas equipamentos importados, uma vez que há sobreoferta no mercado internacional devido à desaceleração nos Estados Unidos e na Europa.
Friday, June 22, 2012
Ceará vai gerar energia com movimento das ondas do mar
Aterro de Uberlândia agora é gerador de energia
Parceria da companhia com a Energas poderá gerar energia suficiente para abastecer cidade com 60 mil habitantes.
- A energia verde produzida nos próximos 4 anos será de 90.000.000kWh
- A quantidade de CO2 evitado na atmosfera será de 710.000 toneladas
- 18.980.806 é o número de barris de petróleo economizados
- Cerca de 15 mil famílias serão atendidas por ano
| Araípedez Luz P10/PMU | ||||
| A Energás é fruto de uma parceria entre a Limpebras (empresa do setor de limpeza urbana e operação de aterros sanitários) e a Asja (líder na Itália em produção de energia renovável) | ||||
Thursday, June 21, 2012
MCTI ABRE CONCURSO PÚBLICO PARA PESQUISADOR EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS
http://aneam.org.br/noticias/cursos-e-oportunidades/760-mcti-abre-concurso-publico-para-pesquisador-em-ciencias-ambientais?goback=%2Egde_3132200_member_121034783
C40 quer reduzir mais de uma gigatonelada de GEEs até 2030
http://www.institutocarbonobrasil.org.br/cobertura_de_eventos/noticia=730893
Tuesday, June 19, 2012
SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DO LIXO EM SERGIPE
“A Estre Ambiental é uma ótima solução para o problema dos lixões em Sergipe”.Esta afirmação é do radialista Augusto Junior, âncora do programa Comando Geral AM, realizado todas as manhãs na Rádio Jornal 540, e que alcança 400 municípios da região Nordeste. A declaração foi dada após a entrevista concedida pelo gerente de aterro da empresa em Sergipe, o Engenheiro Civil Francisco Aragão,que explicou, dentre outras coisas, a diferença entre um aterro sanitário e um lixão . “Na verdade não existe essa nomenclatura ‘lixão controlado’, ou é um aterro sanitário ou é um lixão com a presença de urubus; de chorume poluindo o lençol freático e os rios; da proximidade e das pessoas que vivem em condições subumanas catando os restos de lixo”, comentou Francisco Aragão.
Além desses problemas, um lixão ainda agride a camada atmosférica ao emitir gás metano, produzido com a deterioração do resíduo orgânico, que é altamente poluente, tendo um poder nocivo 21 vezes maior que o gás carbônico. “Em um aterro sanitário não há nenhum desses problemas, uma vez que controlamos o chorume evitando que o mesmo contamine as camadas abaixo do aterro, pois forramos o solo com uma manta de alta resistência e conduzimos o líquido para tanques, onde será tratado e transformado em água de reuso para o próprio aterro, dando sustentabilidade ao mesmo”. Além disso, não há a presençade urubus ou outros vetores, uma vez que o lixo é coberto por densas camadas desolo argiloso evitando a proliferação de mau cheiro . Sobre o gás metano, ele é coletado e queimado, e dessa queima, conforme explicou o Engenheiro Civil, podem ser gerados dois produtos: energia ou crédito de carbono.
Instalada no município de Rosário do Catete (CGR Rosário), distante 37 quilômetros da capital, a unidade da Estre Ambiental em Sergipe é mais que um aterro sanitário, é uma Central de Gerenciamento de Resíduos, como fez questão e salientar o gerente da unidade. Por seruma central ela tem capacidade para trabalhar e transformar os diferentes tipos de lixo de diversas formas e com diferentes origens.
“Em pouco tempo estaremos aptos a tratar resíduos perigosos, os da Construção Civil, com postagem e a fazer bioremediação, dentre outros. É intenção da Estre trazer para Sergipe uma unidade de valorização de resíduos, como já existe em Paulínia, São Paulo em outra Central nossa.Com essa unidade, que possui um equipamento chamado de tiranossauro rex, uma máquina importada da Finlândia que tritura o lixo e o transforma em combustível derivado de resíduo, com uma vasta utilização, principalmente em fornos das indústrias cimenteiras. Mas para que isso aconteça precisamos ter em volume a nossa matéria prima, que é o lixo”, explicou Francisco Aragão.
Atualmente a CRG Rosário trata os lixos dos municípios de Rosário do Catete, Carmópolis eSiriri, além de tudo o que é gerado pela Petrobras e suas terceirizadas, e dealgumas indústrias da região do Vale do Cotinguiba. Francisco Aragão explicou ainda que a CGR Rosário tem capacidade para processar mil toneladas de lixo/diae, de uma forma geral, toda a área tem capacidade para receber aproximadamente14 milhões de tonelada de lixo, o que dá uma vida útil ao aterro deaproximadamente 50 anos.
“Temos condição de tratar todo o lixo produzido em todo o estado de Sergipe e tambémd e municípios de estados vizinhos. E apesar de estarmos em Rosário, essed eslocamento é possível e não fica caro porque estamos implantando unidades de transbordo, que são locais onde os caminhões compactadores de coleta de lixo vão deixar o material coletado. Nessas áreas de transbordo o lixo é colocado em carretas bi-trens, que vão levar os resíduos até Rosário, barateando com isso o custo”, explicou o gerente da Estre Ambiental, quando questionado por Augusto Junior sobre a logística de envio do lixo e o valor final desse serviço para as prefeituras. Além da área para transbordo em Nossa Senhora do Socorro, naBR-235, que está em fase de licenciamento ambiental pela Adema, a Estre está estudandooutras duas áreas, uma na região Norte e outra na Sul do Estado.
FranciscoAragão fez questão de frisar que as portas da unidade da Estre em Rosário doCatete estão abertas para quem quiser ir conhecer o trabalho de tratamento deresíduos. Lembrou ainda que os gestores municipais têm, até agosto deste ano,que entregar ao Governo Federal os respectivos Planos de Gerenciamento deResíduos Sólidos, já que o prazo final para acabar com os lixões é 2014. Quemnão cumprir essa determinação vai ficar impossibilitado de fazer financiamento se receber repasses do Governo Federal. O agendamento de visitas à CGR Rosário podem ser feitas pelos telefones (79) 3274-1627 ou (79) 3274-1365.
Empresa comvasto Know-how
A Estre Ambiental é a maior empresa em soluções ambientais do Brasil e uma dasmaiores da América Latina. Ela atua nos estados de São Paulo, Paraná (na regiãometropolitana de Curitiba), Rio de Janeiro, Sergipe, Ceará, Alagoas, Piauí eBahia. É também a responsável pelo gerenciamento de todos os resíduos da cidadede Bogotá (Colômbia) e por 30% dos resíduos produzidos em Buenos Aires, naArgentina. Sergipe foi o primeiro estado do Nordeste a receber uma unidade daEstre Ambiental. “Recebemos hoje em nossos aterros em torno de 40.000 toneladas de resíduos”, enfatizou Francisco Aragão.
http://www.faxaju.com.br/viz_conteudo.asp?id=142445
Thursday, June 14, 2012
Eike Batista quer trazer para o Brasil energia inédita no país
Tuesday, June 12, 2012
São Paulo arrecada R$ 4,4 milhões no 3º leilão de créditos do carbono
A Prefeitura de São Paulo arrecadou cerca de R$ 4,47 milhões em um leilão de créditos de carbono realizado na manhã desta terça-feira (12) na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Foram vendidos 530 mil certificados obtidos pela prefeitura pelo trabalho desenvolvido no aterro Bandeirantes, em Perus (Zona Norte), onde o metano gerado pela decomposição do lixo é transformado em energia em uma usina, o que evita a emissão desse poluente na atmosfera. Os créditos foram vendidos à empresa suíça Mercuria Energy Trading.
Trata-se do terceiro leilão realizado pela Prefeitura. O valor obtido na atual edição foi bastante inferior em relação aos vendas feitas em 2007 e em 2008. Na primeira delas, o leilão de 808 mil certificados gerados pelo aterro Bandeirantes rendeu R$ 34,05 milhões. No segundo, com 720 mil créditos do aterro Bandeirantes e também São João, na Zona Leste, foi arrecadado R$ 37,2 milhões.
A arrecadação do terceiro leilão poderá ser usada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) em seu último ano de gestão. O dinheiro tem de ser investido obrigatoriamente em projetos ambientais na região dos aterros.
Imagem aérea do aterro dos Bandeirantes, em São Paulo, considerado um dos maiores da América Latina. (Foto: Divulgação/Loga)
De acordo com o assessor especial da Secretaria Municipal de Finanças e
coordenador do terceiro leilão, Wagner Croce, o valor de 3,30 euros por cada crédito de carbono foi “positivo, considerando as condições atuais do mercado”, influenciado pela crise europeia. No leilão anterior, a cotação foi de 16,20 euros. A avaliação é que questões ambientais acabam ficando em segundo plano em países preocupados agora em resolver seus problemas econômicos. Participam no leilão apenas instituições privadas de países desenvolvidos que são membros do Protocolo de Kyoto.
Segundo ele, o preço final representou ágio de cerca de 22% em relação ao preço inicial, de 2,70 euros. Croce afirmou ainda que a Secretaria de Finanças entendeu ser necessário vender agora essa parte do estoque de créditos de carbono já que “não há perspectivas de recuperação (do mercado) no curto prazo.”
Kyoto
O protocolo prevê que, países desenvolvidos, como os europeus, por exemplo, têm obrigação de reduzir suas emissões de gases estufa. Países em desenvolvimento, como o Brasil, não são obrigados, mas podem criar projetos que gerem créditos. Esses créditos podem ser comprados por países desenvolvidos, para serem descontados de suas metas obrigatórias dentro do Protocolo.
Inicialmente, Kyoto expiraria no fim deste ano, mas foi prorrogado para um novo período que vale a partir de 2013 e expira em 2017, conforme decisão tomada na última Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 17, realizada na África do Sul.
São Paulo faz parte do mercado de carbono desde 2007, após implantar tecnologias limpas nos dois principais aterros da cidade.
