Monday, March 26, 2012

Para banir lixões, País precisa de 448 aterros

Para banir lixões, País precisa de 448 aterros

 

O Estado de S. Paulo - SP - NOTÍCIAS - 26/03/2012

 

Segundo a Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública ( ABLP ) são necessários 448 aterros sanitários para acabar com os lixões no Brasil. Um plano de ação traçado pela entidade mostra que serão necessários perto de R$ 2 bilhões e a construção de 256 aterros de grande porte e 192 de pequeno porte. O dinheiro virá de recursos federais, mas a iniciativa privada é quem deve arcar com a manutenção e operação dos aterros. O projeto foi elaborado a partir do mapeamento dos 26 Estados mais o Distrito Federal. Dos 5.564 municípios do Brasil, cerca de 800 contam com aterro sanitário. /KARINA NINNI, COM AGÊNCIAS

 

Aterros da região de Itapetininga, SP, são referências ambientais

SPTV, Bom Dia São Paulo, Antena Paulista - SP - HOME - 25/03/2012

Do G1 Itapetininga e Região

 Após avaliação da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), os aterros sanitários instalados em Angatuba (SP) e Guareí (SP) foram considerados modelos adequados para destinação do lixo doméstico.

Em Guareí, o aterro está instalado em uma área às margens da Rodovia Aristides da Costa Barros. Por ano, são compactadas duas mil toneladas de resíduos sólidos. Por medidas adotadas na forma de descarte do lixo, o local é considerado um dos melhores do estado. Recebeu nota 9,8 do orgão regulador e fiscalizador, a Cetesb. Segundo o secretário de meio ambiente, o projeto desenvolvido evita a contaminação. "No depósito de lixo, é posível verificar que não há cheiro, moscas ou mesmo urubus", afirma.

O aterro de Angatuba também teve boa classificação da Cetesb por quatro anos consecutivos. Funcionando há oito anos, o local com quatro hectares de área recebe aproximadamente 180 toneladas de lixo doméstico por mês. A vida útil do aterro é de 20 anos. 

A avaliação da Cetesb determina padrões a itens de proteção ao meio ambiente. Entre eles, distância de moradias e de rios, permeabilidade de solo, condições do sistema viário e acesso aos veículos que fazem o transporte dos resíduos, isolamento visual, além de não permitir a presença de catadores e animais.

Em Angatuba, 23 valas já estão completas e fechadas. Nestes locais são plantadas mudas de árvores nativas e frutíferas. Segundo José Eduardo Cândido de Meira, técnico agropecuário do município, árvores de pitanga, ingá e outras árvores serão atrativos para aves na região do aterro e assim reestabelecer a fauna silvestre da região.

Os aterros sanitários dessas cidades estão sendo usados como modelos para pesquisas e consulta. De acordo com a engenheira florestal de Angatuba, Mariana Américo, representantes de prefeituras de outros estados têm feito visitas para conhecer as medidas adotadas. Além disso, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) têm usado os aterros para estudos.

Itapetininga

A Cetesb deverá fazer uma nova vistoria no antigo lixão para onde são encaminhados os resíduos domésticos produzidos em Itapetininga. O local foi adaptado e transformado em aterro sanitário, quando ainda era lixão. A área chegou a ser interditada pela Cetesb e a prefeitura assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Atualmente, o local tem nota sete aplicada pela Cetesb. No entanto, está próximo de atingir o limite da capacidade de lixo. Por dia, são descartadas aproximadamente 100 toneladas de lixo no aterro de Itapetininga.

Segundo o secretário de meio ambiente, uma nova área está em avaliação e o novo aterro deverá entrar em operação em um ano.

Eliminação dos lixões

Em 2010, foi criada a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com ela, foram determinados critérios para o funcionamento de aterros, além de plano de erradicação dos lixões. Os municípios têm até agosto de 2014 para substituir os lixões por aterros sanitários adequados.

De acordo com a Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública ( ABLP ), para que o prazo seja cumprido, será necessário um investimento de R$ 2 bilhões para a construção de 256 aterros de grande porte e mais 192 de peqeuno porte no país. A Política Nacional de Resíduos Sólidos determina vários protocolos que devem ser seguidos para a implantação de locais adequados para o despejo de lixo doméstico.

Em condições ideais, os aterros sanitários devem disponibilizar a geração, redução, reutilização, reciclagem e também o tratamento dos resíduos sólidos, além de serem adotadas medidas limpas para minimizar o impacto ambiental. Os municípios devem ainda fazer a redução do volume do lixo tóxico.

A PNRS incentiva parcerias entre o poder público e o setor empresarial para a gestão integrada dos resíduos sólidos e o desenvolvimento da indústria de reciclagem com o objetivo de proteção da saúde pública e qualidade ambiental.

 

 

 

Tiago Nascimento Silva

Valorização de Resíduos
tiago_biogas
Tel.: (11)  3709 -2345

www.estre.com.br

 

Friday, March 23, 2012

Alemães apresentam usina de biogás

 

Comitiva da Umwelt GmbH está em Blumenau para apresentar aos prefeitos da região a concepção do projeto de implantação da usina de biometanização no Médio Vale do Itajaí. Os três representantes da empresa vieram à região como parte da parceria firmada entre entidades da região com empresas europeias no início do ano – que é resultado da viagem técnica que a Ammvi fez à Alemanha, Espanha e Suécia em novembro de 2011. Também está na pauta o andamento do convênio firmado com a Universidade de Borás, da Suécia, para a capacitação dos técnicos municipais em gerenciamento sustentável de resíduos. Ambos os convênios fazem parte de um sistema integrado de gestão de resíduos sólidos que será viabilizado em 14 municípios.

O convênio, firmado pela Ammvi, Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí, as empresas alemãs Umwelt GmbH e OVVD e o Centro Empresarial e Científico Brasil-Alemanha, prevê a elaboração do projeto executivo para a instalação de uma usina de biogás destinada ao aproveitamento energético de resíduos sólidos. A cooperação vai viabilizar ainda a transferência de tecnologia alemã para a construção de um plano integrado de gerenciamento de resíduos sólidos no Médio Vale.

http://www.folhadeblumenau.com.br/site/noticia.php?noticia=13997

 

 

Wednesday, March 21, 2012

ABLP realiza Curso sobre Aterro Sanitário de 3 a 5 de abril.

Nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2012, será realizada mais uma edição do Curso sobre Aterro Sanitário. Nele, são abordadas todas as etapas do empreendimento, desde os projetos, passando pela operação e a obtenção de licenças junto aos órgãos ambientais, até o monitoramento após o encerramento da vida útil do aterro. Créditos de carbono e geração de energia a partir do biogás gerado no aterro sanitário também fazem parte da programação. 
   
Nos cursos promovidos pela ABLP, os participantes têm dois dias de aulas teóricas na sede da  Associação, com os principais técnicos e especialistas do setor. No terceiro dia, são realizadas visitas técnicas a empreendimentos, onde é possível obter uma visão prática do assunto.

Local: Sede da ABLP - Av. Paulista, 807 - 19º andar, conj. 1909 - São Paulo/SP

Fonte: http://www.ablp.org.br/conteudo/noticias.php?pag=integra&cod=614

 

 

Greenhouse gas can find a home underground

Greenhouse gas can find a home underground

Financiamento verde bate recorde


Da Agência Ambiente Energia - O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou US$ 736 milhões em 2011 para financiamentos de projetos de energias renováveis e de eficiência energética na América Latina e Caribe. O valor foi recorde, na comparação com a média de US$ 663 milhões de média apurados entre 2000 e 2010. Para 2012, o banco espera aprovar mais de US$ 700 milhões em financiamento para projetos de energia renovável, sobretudo usinas eólicas, solares e hidrelétricas.
De acordo com o BID, o aumento do número de financiamentos para projetos dessa natureza reflete o crescimento da demanda nos 26 países membros e à mudança de estratégia com o recente aumento de capital do banco. Um dos objetivos estabelecidos para esse aumento é que 25% da carteira de empréstimos do BID seja destinado a projetos de mudanças climáticas e iniciativas favoráveis ao meio ambiente.

Tuesday, March 20, 2012

Eólica começa a decolar

20-Mar-2012

Não há dúvidas que estamos vivendo o boom da energia eólica no Brasil. Vários parques estão em construção e o preço médio do MW instalado vem caindo, já sendo mais barato do que hidroelétricas. Isso é visível nos últimos leilões de energia, onde gigawatts de energia eólica foram comercializados. 

Vários motivos justificam esse fato, sendo o principal deles a redução do preço da tecnologia e plantas cada vez mais eficientes. Não é à toa que a maioria dos projetos de carbono validados no MDL atualmente são projetos eólicos. É a energia eólica reduzindo emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) e buscando créditos de carbono para se tornarem ainda mais viáveis! Vale ressaltar que o BNDES aprovou um crédito de R$ 1,8 bilhão para a instalação de 26 parques eólicos só no Rio Grande do Norte, totalizando 628,8 MW em potencia instalada. E podem ter certeza: muito mais dinheiro será investido nesse setor. Fonte: Portal Exame – 19/03/2012

 

Friday, March 16, 2012

Regras vão permitir que casas tenham microusinas

O governo vai abrir o setor elétrico para a chamada “microgeração” de energia, uma decisão que vai mexer com as regras de fornecimento e distribuição do país. A regulamentação que vai permitir a transformação de cada residência do país em uma microusina de energia elétrica foi formatada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na próxima semana, técnicos da agência farão uma apresentação final da proposta para a diretoria da Aneel. Já em fevereiro, as regras da microgeração devem passar por reunião deliberativa da agência, para então serem publicadas no “Diário Oficial da União”.

A microgeração se baseia na instalação de painéis solares em residências para geração complementar de energia elétrica – a regulamentação da Aneel também vai permitir a instalação de minitorres eólicas, mas o alvo principal são os painéis fotovoltaicos. A mudança permite que o cidadão continue a consumir a energia fornecida pela distribuidora, mas o medidor de sua casa também passa a contabilizar a potência gerada pelos seus painéis solares. No fim do mês, a concessionária de energia abate da conta de luz o volume gerado pelos equipamentos do consumidor.

Numa situação em que a casa de um consumidor chegue a gerar energia excedente, essa potência extra será enviada para o sistema integrado nacional, ou seja, o cidadão passará a “vender” energia. “Quando isso ocorrer, o consumidor terá um tipo de crédito em sua conta, que será abatido no consumo dos meses seguintes”, diz Ivan Camargo, superintendente de regulação da distribuição da Aneel.

Dentro do Ministério de Minas e Energia (MME), a microgeração é vista como aposta decisiva para que a energia solar finalmente decole no país. “Temos projetos de usinas solares em andamento e isso é importante para esse setor, mas realmente acredito que consolidação da energia fotovoltaica se dará por meio dessa geração distribuída”, afirma Altino Ventura Filho, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME.

A trilha aberta pelo governo segue um caminho já percorrido por países europeus como Alemanha, Espanha e Portugal. Para que a microgeração se torne realidade, porém, é preciso que haja adesão do consumidor. O preço é um entrave. A custos atuais, estima-se que a parafernália tecnológica para implantação de um painel solar de 1 quilowatt chega a cerca de R$ 15 mil. “Com essa estrutura, uma residência de consumo médio deixaria de pagar pelo consumo diário de vários itens como TV, geladeira e luz, com exceção de chuveiro e ar-condicionado”, comenta Hamilton Moss de Souza, diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do MME.

O governo acredita que, com a regulamentação do serviço – que terá de ser administrado pelas distribuidoras de energia – a tendência é que o preço dos equipamentos caia bruscamente. Para estimular a adesão da população, o governo deve criar linhas de financiamento específicas para o programa, diz o secretário Altino Ventura Filho. “A ideia é que o cidadão possa pagar um preço pelo equipamento baseado no valor que conseguir economizar em conta de luz”, diz.

Paralelamente à questão regulatória, o MME vai iniciar neste semestre o projeto conhecido como “120 Telhados”, que prevê a instalação de tetos solares em 120 residências espalhadas pelo país. A iniciativa, que conta com apoio da Universidade de São Paulo (USP) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), deveria ter começado no ano passado, mas não foi para frente por retenção de recursos. “Agora será liberado um crédito de R$ 4 milhões para que iniciemos esse piloto”, diz Hamilton Moss de Souza, do MME. As distribuidoras de energia vão escolher consumidores para testar diferentes tecnologias de medidores e painéis de energia. Os estudos, que serão analisados mensalmente, devem durar até dois anos.

A expectativa do governo é de que a iniciativa abra as portas para a criação de uma indústria nacional de energia solar. Hoje, quase 100% dos equipamentos vendidos no país são importados. “De um ano para cá temos recebido visitas de empresas da Coreia do Sul, Japão, China, Alemanha e Espanha. O preço dos painéis tem caído consideravelmente a cada ano. Com essas medidas, o governo quer criar um ambiente favorável para que o mercado cresça naturalmente”, afirma Altino Ventura Filho, do MME.

A médio e longo prazo, acredita-se que a energia solar terá o mesmo destino das eólicas. Até cinco anos atrás, as turbinas movidas a vento não faziam parte da matriz energética do país pela baixa competitividade que ofereciam. Hoje, as eólicas são a segunda fonte mais barata de energia, só atrás das hidrelétricas. O preço estimado do MW/h gerado por uma usina solar oscila atualmente entre R$ 300 e R$ 500, enquanto as eólicas já alcançam valores na casa dos R$ 100. Por conta dessa situação, até hoje não foi habilitado um projeto sequer de usina solar nos leilões de compra de energia realizados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A única usina solar de geração de energia em escala comercial em operação no Brasil pertence ao empresário Eike Batista. A usina MPX Tauá foi instalada no ano passado no interior do Ceará, a 360 quilômetros de Fortaleza. “A dificuldade da energia solar é que o Brasil vive o paradoxo da abundância energética”, comenta Nivalde José de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel-UFRJ). “Mas acredito que essa fonte pode chegar a uma situação semelhante a das eólicas num futuro próximo.”

Por: André Borges
Fonte: Valor Econômico 

 

Wednesday, March 14, 2012

Vamos passar a sacolinha....... Tintones...

Este país é hipócrita ao extremo.. não recicla nem 5% do lixo, mas quer proibir sacolinha no supermercado!!! Tem lixão a céu aberto e catador!!!..... alguém está ganhando com isso e não fomos convidados para esta festa!!

Cinco parques eólicos do NE terão R$ 389 mi do BNDES

São Paulo - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar com R$ 389 milhões cinco parques eólicos no Nordeste controlados pelas empresas Neoenergia e Iberdrola Renováveis do Brasil. O crédito aprovado pelo banco é equivalente a 67,8% dos investimentos de R$ 573,36 milhões previstos para a construção de quatro parques no Rio Grande do Norte e um na Bahia, além dos sistemas de transmissão associados.

 

Juntos, os empreendimentos terão capacidade instalada de 138MW, informou o BNDES. Três parques ficam prontos em janeiro de 2013 e os outros dois entram em operação em setembro de 2013. Segundo o banco de fomento, os projetos foram licitados no leilão de fontes alternativas de 2010. Nas cinco sociedades de propósito específico criadas para a gestão dos parques, Neoenergia e Iberdrola dividem o controle com 50% do capital.

Só no ano passado, o BNDES desembolsou R$ 3,4 bilhões para projetos de energia eólica, financiando as obras civis e a aquisição de equipamentos de fabricação nacional. O banco de fomento informou que os cinco parques eólicos do crédito recém-aprovado demandarão 58 aerogeradores da Gamesa, empresa fornecedora de equipamentos da Bahia.