Tuesday, January 7, 2014

The Clean Energy Economy in Three Charts

The Clean Energy Economy in Three Charts

Over the last five years, American inventors and investors have delivered significant progress in developing and deploying key clean energy technologies, supported by Administration policies.  Electricity production from solar and wind has doubled.  Our cars and trucks go further on a gallon of gasoline, saving families money at the pump.  And in 2012, U.S. carbon pollution fell to its lowest level in nearly 20 years. The simple fact is that key clean energy technology costs are continuing to come down, and these technologies are producing more American energy than ever before.  

Wind Energy

In 2012, wind was America’s largest source of new electricity generation capacity, accounting for 43 percent of all new installations. Altogether the United States has deployed about 60 gigawatts of wind power — enough to power 15 million homes. This growth in wind deployment has spurred more U.S. manufacturing.  A recent DOE wind market report estimates 72 percent of the wind turbine equipment installed in the United States last year was made by domestic manufacturers, nearly tripling from 25 percent in 2006-2007. And according to the American Wind Energy Association, by 2012 there were well over 80,000 workers employed in wind-related jobs in the U.S. 

Supported by Administration investments, generation of electricity from wind and solar has more than doubled, and the costs of solar and wind technologies have come down significantly.  

Solar Energy

Since 2008, the price of solar panels has fallen by 75 percent, and solar installations have increased by a factor of 13. Administration support has helped to launch some largest solar projects in the world, and renewable energy permitting on federal lands has gone from virtually zero to nearly 50 approved solar, wind and geothermal utility-scale projects on public lands, since 2009, including associated transmission corridors and infrastructure to connect to established power grids. When built, these projects add up to more than 13,300 megawatts – enough energy to power 4.6 million homes and support more than 19,000 construction and operations jobs.

Better Vehicles

Thanks to Administration investments and fuel economy standards, we have a more fuel-efficient vehicle fleet that will continue to improve. As a result, families are saving money at the pump and we’re using less and less gasoline. Taken together, the standards the Administration has proposed to date span model years 2011 to 2025, and they represent the toughest fuel economy standards in history. Under these new standards, average fuel efficiency for cars and trucks will nearly double, reaching an average performance equivalent of nearly 55 miles per gallon by 2025.

In fact, we are already seeing more efficient cars and trucks roll off the assembly line thanks in part to these standards. Five years ago, Chrysler didn’t have any vehicles delivering 30 mpg; now they make a half dozen. Last year, Ford offered a record-setting 8 models that are expected to deliver 40 mpg or higher. And in 2012, General Motors sold more than 1 million vehicles that get 30 mpg or better.

These trends in fuel efficiency will continue and, when the Administration’s fuel economy standards are fully implemented, the average driver will save more than $8,000 at the pump. When the standards take full effect in 2025, they will reduce oil imports by 2.2 million barrels per day and cut carbon pollution by 6 billion metric tons, which is roughly equivalent to all emissions from the United States last year.

In addition to improved fuel economy, the advanced vehicles are gaining traction. For example, during the first eleven months of 2013, Americans bought more than 87,000 plug-in electric vehicles (PEVs), nearly twice as many as sold during the same period in 2012, and the number of PEV’s on the road surpassed 100,000 for the first time. In fact, the market for plug-in electric vehicles has grown much faster than the early market for hybrids. And prices are falling and export markets are opening up. Since 2008, the cost of electric vehicle batteries – which really drive the economics of EVs – has dropped by 50 percent.

Conclusion

The United States has made great strides in clean energy over the last five years. And at the same time, we are producing more oil and more natural gas, even as we reduce carbon pollution. More clean energy. Greater energy security. Less carbon pollution. Those are the facts. 

Dan Utech is Director for Energy and Climate Change at the White House Domestic Policy Council

 

 

Monday, January 6, 2014

Biogás busca mais destaque como alternativa energética

Biogás busca mais destaque como alternativa energética

O sucesso das usinas eólicas no Brasil, iniciando praticamente do zero na década passada e se tornando uma das fontes mais competitivas do País atualmente, serve de inspiração para muitas outras gerações de energias renováveis. Entre as quais está o biogás que, além de se promover como um recurso energético (energia elétrica, térmica ou combustível veicular), é tido como uma solução ambientalmente correta para rejeitos orgânicos (como dejetos suínos, de aves ou até mesmo lixo urbano).

Ainda de forma tímida, mas contínua, algumas experiências estão sendo desenvolvidas nessa área no País. No Rio Grande do Sul existe, por exemplo, há o projeto de biogás do Consórcio Verde-Brasil, formado pelas empresas Ecocitrus e Naturovos, que conta com o apoio da Sulgás. A partir de dejetos de aves poedeiras e de resíduos agroindustriais, essas companhias abastecem, em Montenegro, uma planta com capacidade para produzir até 5 mil metros cúbicos ao dia de biometano, e há planos para atingir cerca de 20 mil metros cúbicos diários em meados de 2014.

Já a empresa Eco Conceitos participa, no município catarinense de Pomerode, de um projeto-piloto envolvendo parceiros nacionais e alemães, como a companhia Archea. Em fevereiro, entrará em operação uma usina de biogás que utilizará como combustível, em um primeiro momento, dejetos suínos. A tecnologia empregada na unidade é de origem germânica, levando em consideração as características brasileiras. O diretor da Eco Conceitos Ércio Kriek explica que a meta é comprovar a viabilidade da tecnologia para comercializá-la posteriormente. "Nós acreditamos na viabilidade do biogás, só queremos provar isso para quem é cético", afirma o empresário. Outro objetivo é transformar o complexo em um centro de pesquisa.

O dirigente reitera que o desafio será desfazer qualquer imagem negativa quanto a empreendimentos de usinas de biodigestão que não foram bem-sucedidos no passado. O complexo poderá gerar energia elétrica e térmica, assim como gás natural veicular (GNV). E o material orgânico que sobrar depois do processo será destinado à compostagem (fertilizante). A capacidade da planta, dependendo dos substratos (sobras) usados, pode chegar até 100 a 150 metros cúbicos de biogás por hora. A iniciativa absorveu um investimento de aproximadamente EUR 250 mil.

Outro empreendimento de biogás, mas de maior porte, está sendo desenvolvido no Paraná, na cidade de Entre Rios do Oeste, que possui cerca de 4 mil habitantes. O município pretende tornar-se autossuficiente em energia elétrica, térmica e automotiva, com base na produção do biogás. Depois de três anos de estudos, o projeto de saneamento de Entre Rios do Oeste, que prevê o aproveitamento dos dejetos de animais e dos esgotos urbanos para produção de biogás, recebeu sinal verde da diretoria de Energia da Copel para ter a sua primeira fase financiada pelo Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O projeto, realizado pela Plataforma de Energias Renováveis de Itaipu e Copel, deverá ser executado pela prefeitura em 2014 e vai receber R$ 14 milhões em recursos para a implantação da primeira etapa. Essa parte compreende 63 das 93 propriedades rurais produtoras de suínos e gado de leite localizadas no município. Essas propriedades podem produzir cerca de 12 mil metros cúbicos de biogás por dia, suficientes para gerar energia elétrica para atender toda a demanda dos prédios públicos municipais, incluindo as escolas, e suprir a iluminação pública. Haverá ainda uma sobra de 44% deste volume, que será utilizada para abastecer com energia térmica a maior olaria do município, substituindo o uso de lenha, cada vez mais escassa. Uma autarquia municipal ficará responsável pela implantação e fiscalização das obras e ainda pelo gerenciamento das energias geradas no projeto.

Empreendedores buscam maior apoio governamental ao setor

Apesar do entusiasmo dos defensores do biogás, esses investidores sabem que há um longo caminho a ser percorrido para que o setor se consolide no País. Entre as reivindicações para que se facilite a propagação de projetos dessa área está a definição de regras claras e de incentivos para o segmento. A dúvida do setor é saber quanto tempo levará esse processo.

O consultor da MT-Energie Tecnologia do Biogás e presidente da Associação Brasileira de Biogás e Metano (ABBM), Mario Coelho, acredita que ainda irá demorar até se formatar um marco regulatório que determine as diretrizes do setor. "Mas, a nossa meta é que em quatro anos se tenha resolvido esse ponto", comenta o dirigente. Coelho acrescenta que quando alguém decidir investir em biogás, esse empreendedor precisa saber como fazer a comercialização, se existe incentivo ou não e que impostos incidem. No entanto, Coelho reitera que essas iniciativas levam tempo no Brasil.

O presidente da ABBM recorda que o plano nacional de resíduos sólidos esperou mais de 20 anos até ser aprovado no Congresso. Outro ponto ressaltado é que o biogás pode substituir o gás natural ou de cozinha, pode produzir energia elétrica, se tornar combustível veicular, entre outros aproveitamentos. O biogás também pode trazer mais segurança na geração de energia elétrica, por ser mais fácil de realizar uma previsão quanto à capacidade de produção.

Ércio Kriek, diretor da Eco Conceitos, concorda que para um melhor desenvolvimento do biogás no Brasil, falta uma política do governo pensando no benefícios que essa fonte pode trazer. O empresário salienta que, além de ser uma opção energética, a produção de biogás acaba sendo uma solução ambiental quanto aos rejeitos, tanto de origem animal, como resíduos sólidos urbanos (a parte orgânica). "O governo deveria, pelo menos, desonerar, tentar fazer com que a carga tributária fosse menor para viabilizar mais projetos", sugere Kriek. O dirigente acrescenta que seria adequado facilitar e agilizar os trâmites como os relativos a licenciamentos ambientais ou quanto à transformação do biogás em energia elétrica.

 

 

Incentivos para solar e eólica na pauta

Incentivos para solar e eólica na pauta

Da Agência Câmara - A Câmara analisa o Projeto de Lei 5539/13, do deputado Júlio Campos (DEM-MT), que concede incentivos fiscais à instalação de usinas de produção de energia com a utilização de fontes solar ou eólica. “Trata-se de geração de energia limpa e renovável, cuja matéria prima é inesgotável e abundante, além de, obviamente, gratuita”, ressalta o autor.

A proposta desonera do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação (II) os bens de capital e o material de construção utilizados para a implantação desse tipo de atividade, da mesma forma que atualmente ocorre no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura (Reidi) em relação à contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins.

Adicionalmente, estabelece a depreciação acelerada, em um quinto do tempo previsto na legislação do Imposto de Renda, para os bens adquiridos com esse mesmo intuito. O projeto altera a Lei 11.488/07, que cria o Reidi.

Aumento do uso de energia - Campos destaca que a Empresa de Pesquisa Energética, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, projeta um aumento de mais de 70% na utilização de energia elétrica no Brasil na próxima década.

“O cenário de demanda crescente e escassez de recursos naturais impõe ao gestor público a busca por novos modelos de produção de energia, preferencialmente por processos que não causem danos ao meio ambiente”, destaca.

Segundo ele, o governo federal optou pelo acionamento de usinas termoelétricas, “que envolvem altos custos de geração de energia e sérios prejuízos ambientais”.

Na visão do deputado, “o estímulo à produção de eletricidade pelo aproveitamento da luz solar ou da força dos ventos não é apenas necessidade, mas obrigação para o desenvolvimento de qualquer plano racional de expansão da oferta desse insumo no país”.

Tramitação - De caráter conclusivo, o projeto será analisado pelas comissões de Minas e Energia; de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra do PL-5539/2013

 

https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2014/01/incentivos-para-solar-e-eolica-na-pauta/23637

 

Monday, December 30, 2013

Pernambuco contrata 122 MWp no leilão solar - por um preço de R$ 228,63 por MWh

Seis projetos comercializaram energia a R$ 228,63/MWh, com deságio de 8,55%

 

Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Planejamento e Expansão 
27/12/2013 - 18:09h

 

O governo de Pernambuco realizou o primeiro leilão de energia solar do país nesta sexta-feira, 27 de dezembro. Foram contratados 122 MWp, o equivalente a 23 MWmédios, segundo o secretário de Recursos Hídricos e Energéticos, Eduardo Azevedo, informou à Agência CanalEnergia. A energia solar foi contratada por um preço de R$ 228,63 por MWh, com deságio de 8,55% sobre o preço-teto de R$ 250/MWh.

As empresas que viabilizaram projetos no certame foram Enel Green Power, Sowitec, Kroma Comercializadora, Coni Concierge e Sun Premier (uma joint-venture sino-espanhola). O secretário considerou positivo o resultado desse primeiro leilão, tanto que um segundo certame deve ocorrer no ano que vem. "No primeiro trimestre devemos estabelecer a data do novo leilão", adiantou Azevedo.

A próxima fase será a escolha das comercializadoras que farão a contratação da energia entre as empresas do estado, que terão desconto de ICMS, e os geradores vencedores. De acordo com a Azevedo, a escolha dos agentes de comercialização deve ser feita ser concluída antes do Carnaval, que acontece na primeira semana de março. Os contratos negociados são de disponibilidade para entrega a partir de 1º de julho de 2015 com prazo de 20 anos.

O objetivo do leilão é fomentar a industria solar no estado. Por isso, os projetos de geração tem que estar localizados no território pernambucano. Além disso, as usinas com conteúdo local superior a 60%, ou seja, equipamentos produzidos ou montados no estado, poderão adiar o início da entrega da energia em 18 meses.

 

http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Noticiario.asp?id=99066#!

Thursday, December 26, 2013

Itaipu e empresas parceiras se unem para criar a Abiogás

 

24. Portal Fator Brasil - RJ (21/12/2013)

Itaipu e empresas parceiras se unem para criar a Abiogás

Empresas privadas e instituições públicas criam Associação Brasileira do Biogás e Biometano (Abiogás) a fim de promover a produção da fonte de energia no Brasil.

Foi criada no dia 20 de dezembro (sexta-feira), a Associação Brasileira do Biogás e Biometano (Abiogás), em assembleia geral realizada em São Paulo (SP). Além de autoridades e mais de 20 empresas do setor, o evento contou com o presidente do Centro Internacional de Biogás e superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Jr.; o diretor do departamento de combustíveis renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Ricardo Dornelles; o subsecretário de Energias Renováveis do Estado de São Paulo, Milton Flávio; o diretor-presidente da Compagas, Luciano Pizzatto; e o diretor da Geoenergética, Alessandro Gardemann.

No evento, foi aprovado o estatuto da Abiogás e eleita uma diretoria provisória. Cicero Bley Jr. foi indicado para ser o presidente provisório da entidade e Alessandro Gardemann como vice-presidente. Por enquanto, o estatuto ficará em análise e deverá ter aprovação definitiva em até 60 dias. Nesse período serão formados os comitês temáticos.

O objetivo da associação, além de representar o setor, é propor e criar uma política nacional para o combustível e ser um canal de interlocução entre a sociedade civil e os governos federal e estaduais. A necessidade de criar um programa para o setor tem como meta transformar esse gás desperdiçado em uma fonte de geração de energia, agregando valor ao Produto Interno Bruto Brasileiro. Hoje, o potencial de geração de biogás é utilizado em três frentes: energia elétrica, térmica e veicular. Segundo Cícero Bley Jr., “estimativas apontam que o potencial de biogás e biometano no Brasil é de 20 bilhões de metros cúbicos por ano somente nos setores agropecuário/industrial, com o tratamento de dejetos animais e efluentes, e sucroalcooleiro”, calcula.

De acordo com Bley, essa é uma vantagem competitiva do biogás brasileiro, pois o setor de agronegócios do Brasil é um dos maiores do mundo. Ainda não estão completamente contabilizados os potenciais relativos ao lixo urbano de origem orgânica, os esgotos urbanos, os demais setores agroindustriais e os efluentes orgânicos industriais, mas se considerados, na análise de Bley, o potencial do biogás é muito maior.

O executivo explicou ainda que combustíveis gasosos têm maior eficiência e menor custo. “Estamos vivendo um período de transição na matriz energética de um mundo não sustentável para um sustentável e, nesse contexto, haverá uma mudança de combustíveis líquidos para combustíveis gasoso. É aí que o biogás ganha força”, pondera Bley.

Na avaliação do diretor da Geoenergética, Alessandro Gardemann, “o biogás tem condições de se tornar o grande combustível de segunda geração. Essa é a grande oportunidade de termos o shale gas verde”.

Maior presença na matriz-Hoje, o biogás tem participação inexpressiva tanto na matriz elétrica quanto na matriz energética. Por conta disso, a necessidade de uma associação de classe que represente os interesses do setor é fundamental para dar visibilidade a essa fonte de energia.

Ricardo Dornelles, diretor do departamento de combustíveis renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), reconhece que o biogás não tem um papel específico no governo federal, todavia a criação da entidade dará representatividade junto ao MME e órgãos responsáveis pelo planejamento energético brasileiro, como a Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional do Petróleo, Gas Natural e Biocombust´vieis (ANP).

Dornelles conta ainda que o mercado de combustíveis veiculares gera perspectivas boas para a utilização do biogás e a criação da entidade é fundamental para viabilizar políticas nessa área.

“O país passa por um processo de crescimento. O mercado de combustíveis no Brasil cresce na ordem de 5% ano, bem superior ao PIB, e devido a essa demanda crescente, precisamos fornecer combustíveis para movimentar esse país de forma sustentável, além de ser fundamental para o desenvolvimento econômico”, explica.

Interesses indiretos -A criação da associação interessa a diversos setores da economia. Na assembleia estavam presentes empresas produtoras, comercializadoras, distribuidoras e centros de pesquisa para viabilização do biogás. O diretor-presidente da Compagas, Luciano Pizzatto, alertou que futuramente o Brasil precisará de uma rede de gasodutos para circulação do produto, e a Abiogás será de fundamental importância para o desenvolvimento.

Perfil - A Itaipu Binacional é a maior usina de geração de energia limpa e renovável do planeta e foi responsável, em 2012, pelo abastecimento de 17,3% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 72,5% do Paraguai. Em 2012, superou o próprio recorde mundial de produção e estabeleceu a marca de 98.287.128 megawatts-hora (98,2 milhões de MWh). Desde 2003, Itaipu tem como missão empresarial “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”. A empresa tem ainda como visão de futuro chegar a 2020 como “a geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.[www.itaipu.gov.br].

 

Monday, November 4, 2013

Cidade movida a biogás

Cidade movida a biogás

A partir de 2014, Entre Rios do Oeste, no Paraná, município de quatro mil habitantes, localizado em uma região de alta produtividade agrícola e pecuária, dará o primeiro passo para se tornar autossuficiente em energia elétrica, térmica e automotiva, com base na produção do biogás, gerado do aproveitamento de esgotos urbanos e dos dejetos gerados por suínos e gado.

O aproveitamento do biogás para produzir energia será um dos casos apresentados no 2º Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, que discutirá o sucesso de modelos locais de características sustentáveis, capazes de gerar emprego e renda para a comunidade. Mais de 2,5,mil pessoas de 55 países já confirmaram participação no evento, entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro, em Foz do Iguaçu.

Recursos garantidos- de três anos de estudos, o projeto de saneamento de Entre Rios do Oeste, que prevê o aproveitamento dos dejetos de animais e dos esgotos urbanos para produção de biogás, recebeu sinal verde da Diretoria de Energia da Copel para ter a sua primeira fase financiada pelo Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regulamenta o mercado de eletricidade.

O projeto, desenvolvido pela Plataforma de Energias Renováveis de Itaipu e Copel, deverá ser executado pela prefeitura e vai receber R$ 14 milhões em recursos para a implantação da primeira fase. Essa etapa compreende 63 das 93 propriedades rurais produtoras de suínos e gado de leite localizadas no município.

Estas propriedades podem produzir 12 mil metros cúbicos de biogás por dia, suficientes para gerar energia elétrica para atender toda a demanda dos prédios públicos municipais, incluindo as escolas, e suprir ailuminação pública. Haverá ainda uma sobra de 44% deste volume, que será utilizada para abastecer com energia térmica a maior olaria do município, substituindo o uso de lenha, cada vez mais escassa.

Uma autarquia municipal, criada por lei da Câmara de Vereadores, ficará responsável pela implantação e fiscalização das obras e ainda pelo gerenciamento das energias geradas no projeto, após a implantação.

Ainda sem esgoto-De acordo com estudos da Prefeitura local, só os 130 mil suínos do meio rural produzem dejetos com carga orgânica equivalente à produzida por 520 mil pessoas. Esses dejetos, quando não tratados de maneira adequada, podem gerar contaminação dos solos e das águas, proliferação de algas e produção de gases do efeito estufa. A cidade enfrenta ainda outro problema: não dispõe de serviço de coleta de esgoto, que será implantada na segunda fase do projeto.

A ideia de transformar esse passivo ambiental em oportunidade de desenvolvimento surgiu do êxito da implantação do projeto do Condomínio do Ajuricaba em Marechal Cândido Rondon, na mesma região, baseado nos mesmos preceitos de reaproveitamento de dejetos. A experiência, que reúne 33 famílias de agricultores, é um caso de sucesso.

Em Entre Rios, a iniciativa recebeu o apoio da prefeitura e da Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (Adeop). O programa tem o apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi).

Vantagens – Segundo o superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Júnior, “a geração distribuída feita a partir de energias primárias, como biogás, lenha e algas, entre outras, promove sustentabilidade do desenvolvimento local, pois agrega externalidades positivas, como a redução da poluição hídrica e atmosférica”.

Mas, além disso, prossegue, “ativa uma forte economia local, baseada na formação de uma cadeia de suprimentos que vai desde os serviços de planejamento e projetos até a indústria e comércio de suprimentos, serviços de instalação e manutenção, entre outros”.

A energia em geração distribuída é um vetor de desenvolvimento sustentável local, com impactos econômicos, sociais e ambientais, diz o especialista. As economias municipais que têm base no agronegócio podem obter o biogás para suprir suas demandas energéticas. Um levantamento recente feito pela Assessoria de Energias Renováveis da Itaipu Binacional mostra que, só no Paraná, “130 dos 395 municípios apresentam condições para usufruir desta riqueza”.

Início – O primeiro passo rumo à transformação de Entre Rios do Oeste para a autossuficiência energética começou em dezembro de 2009, com a elaboração do diagnóstico do potencial energético do município voltado à produção de energias renovável, seguindo-se a elaboração de estudos de viabilidade de aplicação.

O biogás produzido nas propriedades deverá ser transportado por meio de tubulação de gasoduto até uma central de aproveitamento do biogás.

Nessa central, o biogás poderá ser convertido em energias elétrica, térmica e elétrica e também em Gás Natural Renovável (GNR) para o abastecimento de veículos automotores.

A utilização de biogás também pode ser empregada na substituição do gás de cozinha e da lenha utilizada na secagem de grãos. Na área urbana, o programa prevê a implantação da rede coletora de esgoto. Quase 75% das residências contam com fossas rudimentares e 25% com fossas sépticas. Os resíduos sólidos serão integrados ao sistema de tratamento.

Potencial – De acordo com a Itaipu, o potencial de produção de biogás do município é de 6.760.150,2 m³/ano. A utilização do biogás para suprir a demanda de energia térmica e elétrica do Paço Municipal de Entre Rios do Oeste, da Cerâmica Stein e da Fábrica de Ração da Copagril, por exemplo, consumiria 3.107.019m³/ano de biogás.

A economia gerada pela utilização de energia elétrica produzida a partir do biogás no período chegaria a R$ 385.424,67. O excedente, de 3.653.313,2 m³/ano, poderá ser utilizado para abastecer as residências com a substituição do gás de cozinha, utilização nas propriedades rurais e para abastecer veículos automotores.

https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2013/11/cidade-movida-a-biogas/23483

 

Monday, October 21, 2013

Projeto de usina de biogás, necessidade do Médio Vale do Itajaí, é pioneiro no país

5. Jornal Nossa Terra - SC (19/10/2013)

Projeto de usina de biogás, necessidade do Médio Vale do Itajaí, é pioneiro no país

18/10/2013 10:48:00

Prefeitos do Médio Vale do Itajaí voltaram confiantes de Brasília após visitarem quatro ministérios para apresentar o projeto de instalação de usina de biogás na região. A comitiva, composta por prefeitos e técnicos da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi) e Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí (Cimvi), esteve na capital federal, nos dias 15 e 16 de outubro, para apresentar iniciativas voltadas ao gerenciamento de resíduos sólidos e aproveitamento energético.

“É um projeto audacioso que levou em consideração as peculiaridades locais, foi embasado em estudos técnicos e nas tecnologias de ponta. As apresentações feitas aos ministérios revelou o quão a região está avançada em relação às outras do país”, ressalta o presidente da Ammvi, Laércio Schuster Junior, prefeito de Timbó.

Na ocasião, o secretário nacional de saneamento ambiental do ministério das Cidades, Osvaldo Garcia, afirmou que não tem conhecimento de projeto na área de tratamento de resíduos sólidos com a dimensão deste, uma vez que o projeto possui valor agregado pelo envolvimento de 14 municípios, qualidade dos processos e tecnologia empregada.

Já a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, considerou o projeto dotado de grande viabilidade para o desenvolvimento econômico da região, podendo destacar-se como polo de referência não apenas regional, mas como modelo para o Brasil. A ministra sugeriu financiamentos com bancos alemães ou suecos, países que tem colaborado tecnicamente com a iniciativa da Ammvi.

O presidente da entidade explicou que o projeto da usina de biogás é uma das necessidades do Médio Vale do Itajaí, tanto pela disposição dos municípios em cumprir a legislação federal, quanto para aprimorar o gerenciamento de resíduos com foco na diminuição do impacto ambiental. Conforme o prefeito, a iniciativa foi elogiada também pelos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e pela Secretaria de Relações Institucionais.

Embora ainda os ministérios visitados não tenham sinalizado apoio financeiro, o presidente da Ammvi e prefeito de Timbó, Laércio Schuster Junior, relata estar otimista, pois segundo as conversas com secretários e ministros, a região do Médio Vale está na vanguarda nos estudos de produção de energia limpa através do tratamento do lixo.

Segundo o secretário executivo da Ammvi, José Rafael Corrêa, a Ammvi foi convidada para apresentar o trabalho de gerenciamento de resíduos e aproveitamento energético durante a programação da Conferência Nacional do Meio Ambiente, na próxima semana, cujo tema é resíduos sólidos. Na ocasião vai expor o trabalho que aqui está sendo feito para os demais estados brasileiros.

Para o presidente da Ammvi esta primeira conversa com alguns ministérios foi importante para abrir caminhos e apresentar os avanços da região. “Temos o projeto executivo finalizado e pronto para implementação, por isso vamos continuar na busca por parcerias tecnológicas e apoio financeiro do governo federal. Como resultado da visita técnica, temos a certeza de que estamos no caminho certo”, conclui Schuster Junior.

Fizeram parte da comitiva os prefeitos de Benedito Novo, Osnir Floriani; Brusque, Paulo Eccel; Doutor Pedrinho, Hartwig Persuhn; e Timbó, Laércio Schuster Junior, além de técnicos da Ammvi e Cimvi.

O projeto
O projeto de Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos do Médio Vale prevê a instalação de uma usina de biogás na região com área construída de aproximadamente 10 mil metros quadrados e processamento anual de 135 mil toneladas de lixo.

Assessora de saneamento da Ammvi, Fabiana de Carvalho Rosa, explica que a usina possibilita o aproveitamento energético através da produção de gás natural, energia térmica e elétrica. Neste caso, "considerando a operação dos quatro biodigestores a uma capacidade máxima, pode-se gerar energia elétrica suficiente para 40 mil lâmpadas ou para 16 mil pessoas", explica Fabiana.

A Ammvi prevê que, para a implantação do projeto completo da usina de biogás, será necessário cerca de 60 milhões de reais e, para isso, está buscando apoio financeiro do governo federal.

 

Monday, October 14, 2013

São José e Taubaté se destacam no ranking de saneamento básico

15. G1 - RJ (14/10/2013)

São José e Taubaté se destacam no ranking de saneamento básico

Cidades estão entre as 5 com maior evolução no tratamento de esgoto.
Levantamento do Instituto Trata Brasil é feito com 100 maiores cidades.

Do G1 Vale do Paraíba e Região

Levantamento do Instituto Trata Brasil sobre saneamento básico nos municípios brasileiros, coloca São José dos Campos e Taubaté entre as cinco cidades que tiveram maior evolução no tratamento de esgoto de 2010 para 2011, dentre os 100 maiores municípios do país. O estudo, divulgado este mês, é baseado nos dados de 2011 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

No ranking das cidades que se destacam no tratamento de esgoto, São José aparece em 4º lugar com evolução de 22,72%. Em 2010, o esgoto tratado na cidade representava 44,82% e no ano seguinte passou para 67,54%. Taubaté aparece em seguida, na 5ª posição e passou de  57,65% para 70,5% no percentual de tratamento. O índice dos dois municípios está acima da da média nacional de coleta, de 48,1%, e de tratamento, de 37,5%.

O estudo foi feito em parceria com a consultoria GO Associados, especializada em saneamento básico, considerando vários indicadores, como os índices de população atendida com água tratada e coleta de esgotos, quantidade de esgotos tratados, perdas de água, investimentos feitos nos serviços, entre outros.

Para o presidente do instituto, Edson Carlos, as duas cidades apresentam evoluções satisfatórias e caminham para a universalização do saneamento básico. "São José evoluiu muito em tratamento e é raro isso acontecer. Provavelmente o aumento foi motivado por alguma estação que entrou em operação. Nesse caso, uma estação pode mudar muito a situação da cidade", afirma.

Carlos, porém, chama atenção quanto as perdas financeiras com água em Taubaté, também apontadas pelo estudo. Mesmo abaixo da média nacional, de 38%, a cidade estagnou e registrou perda de 23,47% (ante 23,16% no ano anterior) do total tratado. "Taubaté não melhorou em nada no tratamento e precisa progredir um pouco mais. As cidades precisam chegar ao patamar ideal que é de 20%", diz o presidente.

Investimentos na região
De acordo com a Sabesp, 24 cidades operadas pela Sabesp no Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira, incluindo São José dos Campos e Taubaté, terão 100% de coleta e tratamento de esgoto até 2014. 

Em São José, atualmente, os índices de coleta e tratamento de esgoto são de 89% e 93%, respectivamente, de acordo com a Sabesp. Em Taubaté, a coleta chega a 93% e o tratamento atinge 100%. Nas duas cidades a Sabesp realiza investimentos em estações de tratamento, além de  implantação de tubulações e estações de bombeamento.

Ranking Nacional
Os municípios em destaque no raking estão concentrados nos estados de São Paulo, Paraná e Minas. A melhor cidade entre as 100 maiores é Uberlândia (MG), que tem praticamente todos os moradores com acesso a água tratada e coleta de esgoto.

A região Sudeste tem os melhores índices e os maiores problemas estão no Norte e Nordeste. Já o Centro-Oeste está na média nacional. Os dados completos podem ser encontrados no site do instituto.

 

Thursday, October 10, 2013

VAGA - Encarregado de Serviços Operacionais

Dados da Vaga

 

Título da vaga:

Encarregado de Serviços Operacionais

Data de entrada:

30.08.2013

Quantidade:

1 vaga

Descrição da vaga:

·         Executar e supervisionar rotinas operacionais das atividades de campo no aterro sanitário de Uberlândia. Elabora controles e relatórios gerenciais, liderar equipe e demais atividades.

·         Experiência como Encarregado, Mestre de Obras ou Supervisor.

·         Ensino Médio completo.

·         Conhecimento em Informática.

Observações:

·         Benefícios: Assistência Médica / Medicina em grupo, Cesta básica, Seguro saúde, Tíquete-alimentação

·         Informações adicionais: Possuir CNH categoria A ou D.

Faixa Salarial:

A combinar

Cidades:

·         Uberlândia - MG (1 vaga)



Fonte: Vaga de Emprego Encarregado de Serviços Operacionais #8064030| Catho Online 

VAGA BIOGÁS - UBERLÂNDIA - MG

 

Fonte CATHO